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… que eu estou com um blog meu, de novo. O nome, o sarcasmo e as bobagens continuam os mesmos.

http://nolimitedarazao.wordpress.com

Mães relapsas, somos nós.

Demorei mais para postar do que a Microsoft demora para lançar um Windows Novo.

Não foi por querer, vocês sabem… Eu ando atrasada em tudo na vida, menos para bater o cartão. Acho que o último filme que eu vi no cinema tinha um anel, um hobbit e uns caras feios e maus…

Amigas, não desistam de nossas amenidades. Eu tentarei, ok?

Não sei se alguém já parou para pensar, mas a internet realmente muda as nossas vidas. Principalmente a conexão banda larga!

Olhem só o meu exemplo, eu trabalho em casa. Isso quer dizer, se não fosse o “santo” speedy, eu não trabalharia.

Fico o dia inteiro na internet. Não sei viver mais sem, é um verdadeiro vício! Além do trabalho, dá para fazer várias outras coisas: falo com meus amigos por MSN ou e-mail, vejo meus recados no orkut, consulto minha conta no banco etc.

Mas, minha mais nova atividade internética é planejar minha viagem à Paris! (É isso mesmo, estou embarcando para França dia 3 de fevereiro, para ficar um mês fazendo curso de francês “à l’Alliance Française de Paris”)

Com essa tecnologia online, dá praticamente para viajar para Paris sem sair de casa! Já visitei o site da escola, do hotel, do Carrefour, do Louvre, do Chatêau Versailles, do metrô! Pesquisei preços de acomodação, de passeios, de passagens aéreas…

Dá para imaginar o estresse que seria se eu tivesse que ir até uma agência de intercâmbio e ficar horas pedindo para alguém me explicar todos os detalhes?

Aliás, eu só precisei ir até a agência de intercâmbio uma vez até agora, para pegar mais informações e ver a cara do vendedor com quem eu já tinha trocado alguns e-mails pedindo informação… Até as cotações de pacotes dá para fazer por e-mail!

Agora, a grande dúvida para o futuro da humanidade: a internet substituirá as relações interpessoais?

Está aí uma questão polêmica que será discutida milhões de vezes por todos os tipos de estudiosos!

 (Camila Verbisck)

De repente, me lembrei o porquê de nós quatro, pessooverheard.jpgas tão diferentes, sermos tão unidas. É porque a gente está na vida para observar. 

Assim como a Jaci ouve as conversas das gêmeas no ônibus,  eu também adoro pegar pedaços de informação no ar. É o tipo de coisa que, dependendo do contexto, pode virar uma piada, ainda que esse não seja o objetivo.

Queria mesmo era ter tido esta idéia antes, porque eu poderia definitivamente encher um site com tudo o que eu ouço nas conversas alheias.

Todo dia de manhã, eu pego onibus pra ir ao trabalho e quase sempre encontro as mesmas pessoas, então fico com a impressão de que conheço aquelas pessoas e às vezes rola até um “bom dia! Tudo bem com você?”.

Mas tem duas pessoas que marcam esse “momento onibus”. São “as gêmeas”. Sim, duas meninas quase iguais, que tagarelam sem parar entre si (acho que tem horas que a mãe delas deve querer fugir de casa…rsrsrs). E elas comentam tudo que acontece com elas: a prova que vão fazer, a nota que tiraram, o aniversário, o ficante, a balada que foram, e tudo isso tão alto e tão rápido que às vezes não tem como segurar o sorriso.

Hoje, uma delas, não sei se a Valkiria, ou a Vanessa, entrou no onibus com uma novidade; estava de óculos. Detalhe: eu já sabia que isso iria acontecer, porque poucos dias atrás ela disse que descobriu que precisava usar óculos.

Aí ela parou do meu lado e disse pra irmã: “aiiiii, to adorando usar óculos, é tão bom olhar pra placas e conseguir ler, agora eu enxergo tudo!”. (agora imagine que ela fala isso bem rápido e alto). Não tive com segurar o riso!

No dia em que elas não aparecem, os passageiros da linha 262 chegam a sentir falta delas: “cadê as gêmeas?”. É claro que tem quem reclame da tagalerice das meninas, mas nada com uma história engraçada logo pela manhã pra deixar alguém de bom humor, né?

(Jaci Brasil)

Levantei a tampa do toilette do meu andar e me deparei com um objeto estranho: um botão de calça jeans.

Dei descarga umas três vezes e o botão não saiu do lugar.

A coitada deve estar procurando até agora.

(passional, deliciosa de ler e um pouquinho escatológica)

Estou sentindo o mesmo problema que a Flavia!

Apesar de escrever ser minha profissão e adorar escrever, sinto que meus textos estão ficando formais e chatos! Será que é porque eu escrevo sobre saúde, para profissionais de saúde?

Ou será que alguém mais entende uma frase como: “A doença de Parkinson é decorrente da degeneração de neurônios produtores do neurotransmissor dopamina no mesencéfalo, particularmente da região denominada de substância negra”?

Nem precisa comentar, né? Acho que está empatando com escrever clamídia várias vezes em uma matéria!

Tantas coisas que eu queria escrever aqui, mas de repente as idéias somem!

Sugestão de tópico para discussão: quem já leu a Rolling Stone Brasil? O que acharam?