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Conversando com a Jaci pelo MSN, nós decidimos que todas as semanas nós colocaremos uma entrevista curiosa aqui no blog.

Aproveitando que ontem nós tivemos a segunda parte da “festa da democracia” (i.e. segundo turno das eleições), resolvemos entrevistar uma mesária, que no caso, é a Jaci mesmo.

Camila – a entrevistadora diz:  

Há quanto tempo você é mesária?

Jaci – a mesária diz: Desde quando votei pela primeira vez, em 2000.  

Camila – a entrevistadora diz: E como uma pessoa se torna mesária?

Jaci – a mesária diz: Você recebe um comunicado na sua casa que te obriga a trabalhar, se você não vai pode até ser preso.

Jaci – a mesária diz: Tem também que se inscreve, mas não foi meu caso.

Camila – a entrevistadora diz: Existe algum tipo de treinamento para cumprir a função?

Jaci – a mesária diz: Sim, o mesário também tem que participar de um curso, bem rápido de uma hora, pra aprender a mexer na urna eletrônica e outros procedimentos da eleição.

Camila – a entrevistadora diz: Quem instala as urnas eletrônicas?  

Jaci – a mesária diz: Isso depende da estrutura da escola, neste ano, quando cheguei na escola a urna já estava no lugar, mas quem liga a urna e a deixa pronta pra votação são os mesários.

Camila – a entrevistadora diz: Porque eles fecham a escola para os alunos dois dias antes da eleição, se teoricamente, elas são fáceis de instalar?

Jaci – a mesária diz: A escola precisa ser limpa (as carteiras tem que lavadas) e em algumas escolas as urnas chegam ou na sexta ou no sabado.

Camila – a entrevistadora diz: Conte algumas histórias curiosas sobre sua experiência como mesária

Jaci – a mesária diz: Pra falar a verdade tudo é curioso quando você é mesária. Encontra pessoas que não vê há muito tempo e depois com o passar dos anos algumas das pessoas que votam já parecem bastante familiares. Mas tem os casos engraçados, aqueles que votam bêbados, os que esquecem os óculos, os que tem RGs que parecem que vão desintegrar quando a gente pega na mão, a senhora que vota e depois bate palmas e aqueles que são tão figuras que não tem como descrever…

Camila – a entrevistadora diz: E a convivência entre os mesários, como é?

Jaci – a mesária diz: Muito divertida, você acaba fazendo amizade, conta a vida inteira, se identifica.

Camila – a entrevistadora diz: Qual é a rotina de um mesário?

Jaci – a mesária diz: A gente tem que chegar lá às 7h, ligar a urna, imprimir a zeressima (que diz que a urna tem zero votos) e assinar. Depois às 8h começa a votação. Então um dos mesários fica na porta da seção eleitoral e vê se o eleitor é daquela seção, se for, fala o numero do titulo, e outro mesario digita no terminal pra liberar a urna pra aquele eleitor votar. Depois que ele vota, ele assina o caderno e pega o comprovante e também o titulo de eleitor. É isso o dia inteiro. No fim do dia a gente encerra a eleição na urna e depois a urna imprime um Boletim da Urna com o número de votos que a urna recebeu e também o resultado. São impressas várias copias, e depois o disquete é retirado (sim, a memória da urna fica num disquete). Esse disquete é levado pro TRE pelos funcionarios pra apuração.

Camila – a entrevistadora diz: E como mesário faz para ir ao banheiro e almoçar?

Jaci – a mesária diz: Você tá pensando que mesário é escravo? Que não pode nem ir no banheiro? O almoço é feito em esquema de revesamento, e ir ao banheiro pode sempre que quiser. Mas esse ano teve um problema na escola que eu trabalho, o pessoal de uma sala foi almoçar e não voltou e ficou apenas uma pessoa na sala. Aí acabar arranjando a amiga de alguém pra tapar o buraco.

Camila – a entrevistadora diz: Mesário sempre vota na mesma sessão que trabalha?

Jaci – a mesária diz: Nem sempre, mas sempre é na mesma escola.  

Camila – a entrevistadora diz: Já aconteceu algo inusitado, como algum idoso pedir para ajudar ele a votar?

Jaci – a mesária diz: Sempre acontece…

Camila – a entrevistadora diz: Você já testemunhou alguma coisa que é proibida pela lei eleitoral?

Jaci – a mesária diz: O voto é secreto, certo? Mas se a pessoa quer levar os filhos com ela até a urna eu não posso impedir, afinal ela sabe pra quem ela mostra o que é secreto.

Camila – a entrevistadora diz: E eleitor bêbado, você já viu?

Jaci – a mesária diz: Vários, tem uns que votam bêbados todos os anos

Camila – a entrevistadora diz: E boca de urna?

Jaci – a mesária diz: No primeiro turno tinha um fiscal de partido que abordava todas as grávidas e idosos que entravam na escola e ia conversando com eles até a porta da seção eleitoral, mas como ele não tava distribuindo nenhum “santinho” não caracterizava boca de urna.

Camila – a entrevistadora diz: E como é a relação entre os mesários e os fiscais de partido?

Jaci – a mesária diz: Não tem muita relação. Eles aparecem de vez em quando pra ver se não tem nada colado na proteção da urna e assinam a zeressima e o Boletim de Urna.

Camila – a entrevistadora diz: Existe um “plano de carreira” para mesários?

Jaci – a mesária diz: (risos) Sim, existe. Normalmente você começa como suplente (aí vc é dispensado no segundo turno), depois se torna secretário (responsavel pela Ata), depois 2º Mesário (responsavel pelos cadernos que contem os comprovantes), depois 1º Mesário, e finalmente o cargo mais alto, Presidente de mesa (você é responsavel por aquela seção eleitoral, normalmente é a pessoa que digita os dados pra urna). Reza a lenda que quando você se torna Presidente é a ultima vez que vai ser mesário. Eu fui Presidente esse ano.

Camila – a entrevistadora diz: Quanto tempo você demorou para chegar nesse cargo?

Jaci – a mesária diz: (mais risos) Foram longas 3 eleições e um referendo.

Camila – a entrevistadora diz: É verdade que o presidente de mesa tem algumas vantagens, como mais dias de folga?

Jaci – a mesária diz: Não, infelizmente Presidente não tem vantagens Só tem mais responsabilidade. Ahhh, no fim do dia leva uma recordação pra casa. O canhoto da entrega da urna. Tenho dois em casa.

Camila – a entrevistadora diz: O que vem escrito no canhoto?

Jaci – a mesária diz: Recebi às 17h40, do Presidente da Mesa Receptora da XXXª seção da XXXª Zona a urna eletronica numero 926XXX e documentos relativos aquela seção. Embaixo tem a data e a assinatura da funcionaria do TRE

Camila – a entrevistadora diz: Qual a mensagem que você deixaria para os atuais mesários e também os futuros mesários? Jaci – a mesária diz: Paciência, muita paciencia

Não sei se alguém já parou para pensar, mas a internet realmente muda as nossas vidas. Principalmente a conexão banda larga!

Olhem só o meu exemplo, eu trabalho em casa. Isso quer dizer, se não fosse o “santo” speedy, eu não trabalharia.

Fico o dia inteiro na internet. Não sei viver mais sem, é um verdadeiro vício! Além do trabalho, dá para fazer várias outras coisas: falo com meus amigos por MSN ou e-mail, vejo meus recados no orkut, consulto minha conta no banco etc.

Mas, minha mais nova atividade internética é planejar minha viagem à Paris! (É isso mesmo, estou embarcando para França dia 3 de fevereiro, para ficar um mês fazendo curso de francês “à l’Alliance Française de Paris”)

Com essa tecnologia online, dá praticamente para viajar para Paris sem sair de casa! Já visitei o site da escola, do hotel, do Carrefour, do Louvre, do Chatêau Versailles, do metrô! Pesquisei preços de acomodação, de passeios, de passagens aéreas…

Dá para imaginar o estresse que seria se eu tivesse que ir até uma agência de intercâmbio e ficar horas pedindo para alguém me explicar todos os detalhes?

Aliás, eu só precisei ir até a agência de intercâmbio uma vez até agora, para pegar mais informações e ver a cara do vendedor com quem eu já tinha trocado alguns e-mails pedindo informação… Até as cotações de pacotes dá para fazer por e-mail!

Agora, a grande dúvida para o futuro da humanidade: a internet substituirá as relações interpessoais?

Está aí uma questão polêmica que será discutida milhões de vezes por todos os tipos de estudiosos!

 (Camila Verbisck)

De repente, me lembrei o porquê de nós quatro, pessooverheard.jpgas tão diferentes, sermos tão unidas. É porque a gente está na vida para observar. 

Assim como a Jaci ouve as conversas das gêmeas no ônibus,  eu também adoro pegar pedaços de informação no ar. É o tipo de coisa que, dependendo do contexto, pode virar uma piada, ainda que esse não seja o objetivo.

Queria mesmo era ter tido esta idéia antes, porque eu poderia definitivamente encher um site com tudo o que eu ouço nas conversas alheias.

Todo dia de manhã, eu pego onibus pra ir ao trabalho e quase sempre encontro as mesmas pessoas, então fico com a impressão de que conheço aquelas pessoas e às vezes rola até um “bom dia! Tudo bem com você?”.

Mas tem duas pessoas que marcam esse “momento onibus”. São “as gêmeas”. Sim, duas meninas quase iguais, que tagarelam sem parar entre si (acho que tem horas que a mãe delas deve querer fugir de casa…rsrsrs). E elas comentam tudo que acontece com elas: a prova que vão fazer, a nota que tiraram, o aniversário, o ficante, a balada que foram, e tudo isso tão alto e tão rápido que às vezes não tem como segurar o sorriso.

Hoje, uma delas, não sei se a Valkiria, ou a Vanessa, entrou no onibus com uma novidade; estava de óculos. Detalhe: eu já sabia que isso iria acontecer, porque poucos dias atrás ela disse que descobriu que precisava usar óculos.

Aí ela parou do meu lado e disse pra irmã: “aiiiii, to adorando usar óculos, é tão bom olhar pra placas e conseguir ler, agora eu enxergo tudo!”. (agora imagine que ela fala isso bem rápido e alto). Não tive com segurar o riso!

No dia em que elas não aparecem, os passageiros da linha 262 chegam a sentir falta delas: “cadê as gêmeas?”. É claro que tem quem reclame da tagalerice das meninas, mas nada com uma história engraçada logo pela manhã pra deixar alguém de bom humor, né?

(Jaci Brasil)

Ahhhhh! Dei a ideia e fui a ultima a fazer um post… Bom, pra comecar, tenho que avisar os leitores (e companheiras de blog, claro) que infelizmente desse computador eu nao consigo colocar acentos c cedilha ou qualquer uma dessas coisas lindas da nossa lingua portuguesa… nao consigo configurar essas coisas nos computadores daqui. Entao ja peco desculpas por complicar um pouco a leitura de voces.

Anyway, a Jaci ja fez as apresentacoes e acho que ficou todo mundo aqui babando…. Nao vou falar pelas outras meninas, mas eu adorei o “aventureira”!! E ja que ela deu o primeiro passo, acho que agora cabe a cada uma de nos fazer a sua propria apresentacao tambem… o que, afinal, rolou com essas quatro meninas depois da facu?!?

 Booooooooom, eu, depois de formada, voltei a procura a TV Cultura, onde eu fiz um estagio durante a facu. Tava tudo certo pra eu trabalhar la, mas o nosso querido presidente resolveu que queria o presidente da Fundacao Padre Anchieta na sua campanha. Resultado: por conta da burocracia, eles nao podiam contratar ninguem ate que fosse nomeado o novo presidente. E como trabalhar eh preciso, acabei arranjando um trampo com quimicos (sim, pasmem!). Desse novo emprego, surgiu uma outra oportunidade…. trabalhar numa agencia de turismo focada em America do Sul. O detalhe: a empresa eh na Tailandia!! E ca estou ha um ano ja, mas morta de saudades de escrever!

Juntando isso com as (otimas) lembrancas que a gente teve na epoca do livro e do blog, achei que tava na hora de nos quatro nos reencontrarmos (ainda que fosse so pela net). E assim surgiu esse blog! E como a Jaci me colocou como a aventureira, acho que cabe a mim contar as coisas bizarras que acontecem deste lado do mundo. Pra comecar, entao, a minha preferida: o “petisquinho” que acompanha a cervejinha tailandesa…

Sim, eles tem uma cultura muito diferente. Mas quando me contaram essa historia, eu quase cai pra tras!! Por aqui, o “must” pra acompanhar a cervejinha (que, acredite se quiser, vem mais que gelada…. vem com GELO) eh nada mais nada menos do que TALOS DE BROCOLIS CONGELADO!!! Claro que na minha epoca de fitness girl, eu ia achar o maximo! Mas peralaaaaaaaaaa!

O que eles fazem eh bem simples…. um pouco antes de servir a cervejinha do happy hour com os amigos, eles colocam talos do brocolis no freezer. O motivo eh simples: eles ficam “crocantes e refrescantes”. Fora que eh uma opcao bem mais saudavel do que o nosso amendoim. Mas imagine… voce vai ao bar com seus amigos e pede uma cervejinha. Eh aquela famosa hora de deixar dieta e tabela de calorias de lado e se divertir. Maaaaas, quando voce pede um petisquinho pra acompanhar…. tcharaaaaaaaaaaaaaaaam! Brocolis nele!

Fala serio, ne??

Levantei a tampa do toilette do meu andar e me deparei com um objeto estranho: um botão de calça jeans.

Dei descarga umas três vezes e o botão não saiu do lugar.

A coitada deve estar procurando até agora.

(passional, deliciosa de ler e um pouquinho escatológica)

O melhor desse blog é que agora eu tenho um espaço para publicar coisas e escrever à vontade!

Então, aí vai o meu manifesto da semana!

Sim, eu estou virando uma pessoa revoltada!

Jaci, o texto vai assim mesmo, sério e sem graça! Eu disse que meus textos estão chatos e formais!

Eu não sou sua secretária!

Esse não é mais um texto que discrimina a classe profissional dos secretários, como vemos acontecer nos jornais, revistas, telejornais e até novelas. Muito pelo contrário! O que vamos tentar aqui é mostrar que os secretários (sim, porque existem homens exercendo a profissão também!) tem muito mais competências e habilidades do que atender telefonemas, anotar recados e organizar agendas de compromissos.

Todo mundo, alguma vez na vida, já conheceu alguém que abusava da boa vontade de uma pessoa, fazendo ela passar por “secretária”, fazendo ligações, transferindo chamadas, anotando recados, marcando compromissos e dando desculpas quando a pessoa não quer atender! E, muitas vezes, essa situação não acontece no ambiente de trabalho, acontece em casa também! Pois é, então vamos começar esclarecendo uma coisa: os profissionais do secretariado são bacharéis com formação universitária, que durante a faculdade, aprendem estratégias para promover e aperfeiçoar a gestão e o desenvolvimento das organizações. Durante esses quatro anos de formação, segundo a página do curso de Secretariado Executivo Bilíngüe da Universidade Metodista, eles recebem informações para serem capazes de manter o harmônico funcionamento nas interfaces staff/linha; gerir o fluxo de informações; desenvolver metodologias para diagnosticar conflitos; reduzir resistências às mudanças; repassar a concepção empreendedora da organização.

Já a Lei 7.377, de 30 de setembro de 1985, que regulamenta a profissão, esclarece que o secretário executivo deve estar apto a planejar, organizar e dirigir serviços de secretaria, coletar informações para a consecução de objetivos e metas da empresa e registro e distribuição de expediente, entre outras tarefas. Quer dizer, um secretário ou secretária, é uma pessoa chave dentro de uma organização, que tem visões estratégicas de gestão, principalmente por estar em uma posição entre os gestores e os colaboradores.

Além de ter uma lei que institui a profissão, os secretários também são representados por sindicatos estaduais e uma federação nacional. E, inclusive, estão organizando um conselho para regular e fiscalizar a profissão!

Por isso, concluímos que, se é preciso alguém para exercer as funções descritas acima, contrate um secretário executivo, com registro DRT e pague o piso salarial do seu Estado. Agora, se nada disso é importante e a única função a ser desempenhada por essa pessoa é atender telefone, anotar recado e organizar agenda, será que não dá para a própria pessoa fazer isso? Temos certeza que isso não é perda de tempo (até porque não ocupa tempo algum), não machuca e não diminui ninguém! Muito pelo contrário, dá autonomia… Já pararam para pensar nisso?

As meninas disseram: escreve um post você também…. E aqui estou.

Fiquei pensando que o leitor desavisado que chegar, por acaso, nesse blog vai pensar: “quem são essas pessoas”, afinal o blog ainda tá meio capenga e não tem um “about us”.

Então resolvi falar um pouquinho sobre cada uma de nós, e como tudo isso começou. Nós quatro (Camila, Flavia, Ligia e eu) fizemos faculdade juntas, e também nosso trabalho de conclusão de curso (um livro-reportagem só com histórias de amor). Quando estavamos fazendo o livro tinhamos um blog (www.blogdoamor.blogspot.com ).

O blog acabou com o fim da faculdade, elá sem vão quase três anos. E algumas semanas atrás a Ligia mandou um email pra gente querendo ressucitar o nosso baby. Mas hoje já não somos as mesmas pessoas e um novo tema era necessário, então optamos por “amenidades”, que é tudo aquilo que a gente gosta, que é leve, agradável.

Assuntos do cotidiano, aquelas coisas que a gente vê na rua, música, cinema, pensamentos que nós atormentam e, é claro, amor, que não faz mal a ninguém.

Pra você conhecer um pouco mais as meninas do blog, visite a gente sempre, mas eu dou algumas dicas sobre cada uma de nós: eu (a Jaci) sou a sonhadora e meus textos vão ter sempre um acento faltando, a Flavia é a garota passional, que fala alto e mexendo as mãos, seus textos são leves e deliciosos de ler, a Ligia é a aventureira, sempre disposta a fazer coisas novas e vai contar pra gente tudo que tem de mais legal lá na Tailândia e, por fim, a Camila, a menina romântica do grupo, sempre de cor-de-rosa, e imagino que ela vai escrever aqui tudo que ela tem vontade e o trabalho dela não deixa.

Já tá gostando um pouquinho da gente? Esperamos que os 6 leitores e meio que frequentavam o nosso antigo blog continuem visitando esse.

Estou sentindo o mesmo problema que a Flavia!

Apesar de escrever ser minha profissão e adorar escrever, sinto que meus textos estão ficando formais e chatos! Será que é porque eu escrevo sobre saúde, para profissionais de saúde?

Ou será que alguém mais entende uma frase como: “A doença de Parkinson é decorrente da degeneração de neurônios produtores do neurotransmissor dopamina no mesencéfalo, particularmente da região denominada de substância negra”?

Nem precisa comentar, né? Acho que está empatando com escrever clamídia várias vezes em uma matéria!

Tantas coisas que eu queria escrever aqui, mas de repente as idéias somem!

Sugestão de tópico para discussão: quem já leu a Rolling Stone Brasil? O que acharam? 

Escrever é a minha profissão, mas confesso que estou um pouco enferrujada.

Falar sobre as minhas amenidades é bem diferente de fazer uma matéria em que eu tenho que digitar a palavra “clamídia” uma porção de vezes.

Queria escrever uma introdução decente, mas acho que Camila, Lígia, Jaci e Flávia dispensam apresentações (alguém se habilita?)